quinta-feira, 20 de junho de 2024

Tem o protestantismo 33 mil denominações?

 Em debates entre católicos e protestantes, é comum ouvir a alegação de que o protestantismo possui 33 mil "seitas" ou denominações. Esta afirmação, frequentemente repetida, leva muitos a acreditar em sua veracidade sem verificar a fonte ou o contexto da informação. Mas, afinal, há verdade nesta afirmação? De onde ela é retirada e como deve ser interpretada?


Origem da Estatística

A estatística de 33 mil denominações protestantes origina-se do "World Christian Encyclopedia" de David Barrett, uma obra que tenta catalogar todas as tradições cristãs globalmente. No entanto, essa cifra é frequentemente mal interpretada ou usada fora de contexto. Vamos entender melhor.

Há uma definição ampla sobre definição, Barrett e sua equipe definem "denominação" de maneira muito ampla, incluindo variações dentro de uma mesma denominação em diferentes países e contextos culturais. Por exemplo, a Assembleia de Deus nos Estados Unidos e no Brasil pode ser contada como duas denominações distintas devido às suas variações regionais, mesmo compartilhando a mesma base doutrinária. Além de que a cifra de 33 mil não se refere apenas a denominações protestantes, mas inclui uma vasta gama de grupos cristãos, como católicos independentes, ortodoxos independentes e movimentos restauracionistas.


Contexto e Interpretação dos Dados

De acordo com os dados do World Christian Encyclopedia, a cifra 33 mil refere-se ao número total de tradições cristãs identificadas, não apenas protestantes. Muitos dos grupos contados são variações internas de denominações maiores, refletindo diferenças regionais, culturais ou litúrgicas, mas não necessariamente doutrinárias significativas.

Os católicos fazem falsas informações quando pegam esse número cheio e coloca como isso representasse todas as variedades ou discordâncias que há entre os protestantes. É preciso contextualizar esses números e sempre verificar as fontes para ver se as informações são verdadeiras.

Para mais informações detalhadas sobre as estatísticas e análises, você pode visitar o site do Center for the Study of Global Christianity e consultar a World Christian Encyclopedia.





quinta-feira, 30 de maio de 2024

Pais apostólicos e a justificação somente pela fé.

 Sempre ouvimos os católicos romanos dizendo que a patrística apoia a visão da Igreja Romana. Os protestantes são acusados de criar uma nova fé 16 séculos depois do início do cristianismo, o que nos leva a pensar que possivelmente o catolicismo pode estar correto, pois, como poderiam 16 séculos de cristãos estar errados? E só Martinho Lutero, Calvino e outros reformadores descobriram a verdade depois? Mas não é bem assim. Investigando um pouco o início da fé cristã, percebemos que os pais apostólicos tinham um conceito de justificação semelhante ao protestante.

Conceitos: 

Católico Romano: O catolicismo romano tem um conceito de justificação pela fé, mas não pela fé somente; a santificação colabora com a justificação. O concílio de Trento fez um cânone dizendo que: "Se alguém disser que o homem é justificado pela fé somente, significando que nenhuma outra coisa é requerida para cooperar na obtenção da graça da justificação, e que não é de forma alguma necessário que ele seja preparado e disposto pelo movimento de sua própria vontade, que seja anátema." Sessão 6, Cap. 16


Conceito Protestante: O conceito protestante de justificação é que ela é recebida somente pela fé em Cristo, sem depender das obras. A fé é suficiente para declarar o crente justo diante de Deus. O famoso Catecismo de Heidelberg diz:"Somente pela fé, sem qualquer mérito de minha parte, Deus me concede a justiça perfeita de Cristo." Pergunta 60.

Diante da exposição dos dois conceitos e observando as citações dos pais apostólicos, percebemos que o conceito de justificação dos pais apostólicos está mais alinhado com o protestante do que com o catolicismo romano. Abaixo seguem algumas citações:


Clemente de Roma: "Todos estes, portanto, foram glorificados e engrandecidos, não por causa de si mesmos ou de suas obras, ou pela retidão que fizeram, mas pela Sua vontade. E nós também, chamados pela Sua vontade em Cristo Jesus, não nos justificamos a nós mesmos, nem pela nossa própria sabedoria, ou entendimento, ou piedade, ou pelas obras que fizemos em santidade de coração, mas pela fé, pela qual Deus Todo-Poderoso justificou todos os homens desde o início."Fonte: Primeira Epístola aos Coríntios, 32

Justino Mártir: "Não, quando lemos que os justos de outrora esperavam este Cristo, e aqueles que têm caído em sono de morte e estão justificados através Dele, e aqueles que sabemos que se desviaram dos ídolos e passaram a crer Nele, este Cristo que, por nós, suportou de modo que por Seu nome e pela fé em Cristo pudéssemos ser justificados, que justificação temos através de Sua fé, e as Escrituras anunciam isto claramente, assim como nos afirmam que nós somos justificados por meio da fé, este Cristo que, por nós, suportou ser crucificado e morto."Fonte: Diálogo com Trifão, Capítulo 44

Policarpo de Esmirna: "Pois não somos justificados por nossas próprias obras, nem por nossa justiça, mas pela fé, pela qual o Todo-Poderoso Deus justificou todos os homens que têm sido desde o princípio; a quem seja glória para todo o sempre. Amém."Fonte: Carta aos Filipenses, Capítulo 8

Irineu de Lyon: "O que, então, pode dar ao Senhor? O que Ele pode receber de nossas mãos, ó eu, que Ele tenha necessidade, que é o Criador do céu e da terra, e de todas as coisas que neles estão? Mas o nosso Senhor, que é pleno de misericórdia, veio a este mundo, não por causa de suas próprias necessidades, mas para nossa salvação, para que Ele pudesse resgatar aqueles que estavam sob o jugo da servidão do pecado. E portanto, Ele diz: 'Eu desejo misericórdia e não sacrifício,' isto é, a fé e não a obra da lei, pois através da fé é que todos os justos são salvos."Fonte: Contra as Heresias, Livro 4, Capítulo 13


Diante de tais citações, sempre me questiono: somos nós ou eles que estão distorcendo a fé histórica cristã? Nós, protestantes, valorizamos a tradição cristã, às vezes menos do que deveríamos, mas ainda assim valorizamos. No entanto, ela não é nossa maior autoridade. Nunca devemos desprezá-la, pois ela enriquece nosso entendimento da interpretação bíblica que outros cristãos tiveram. Neste caso, está nítido que a justificação pela fé somente, encontrada nas Escrituras e ensinada pelos protestantes, estava presente nos primeiros líderes após a era apostólica.



domingo, 17 de setembro de 2017

A importância de viver pela fé a vida cristã!

"Todos nós assumimos que na vida cristã há sentimentos, afeições santas que pelo Espírito são geradas. Vemos vários exemplos nos Salmos de prazer no Senhor e na sua lei (Sl 28:7, 42:1-2, 63:1, 119:14, 16, 20). Em outros textos, expressões de desejos de santidade e alegria em Deus (Is 61:10, Sl 51:10). São coisas maravilhosas, que devemos ter em nossa vida cristã.

Porém, há um perigo que pode surgir nisso. Fazer dos sentimentos a base da nossa vida. Eu já sofri muito com isso, e conheço irmãos que passam por essa dificuldade. O perigo de fazer disso a nossa base é que os nossos sentimentos são inconstantes. Muitas vezes temos desejos santos, porém há dias e momentos que irão variar. E se sua vida estiver apoiada nisso, você sempre viverá como em uma gangorra; balançado para cima e para baixo com seus sentimentos.

A sua alegria e paz na vida cristã dependerão do que você faz e não do que Cristo fez. E nisso que está o ponto chave: Você não deve viver pelos seus sentimentos, mas pela fé! Olhando para o que Cristo fez e prometeu! As Escrituras são claras em dizer que o justo viverá pela fé. 

Na carta aos Gálatas é dito:'Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.' - Gálatas 2:20

Esse texto muitas vezes é usado como se referisse à santificação, mas não é!

Uma boa explicação vem de Jerry Bridges: 'Vim perceber que a declaração de Paulo em Gálatas 2.20 (“A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”) foi feita no contexto da justificação (cf. v. 15-21). No entanto, Paulo estava falando no tempo presente: “A vida que agora vivo…”. Por causa do contexto, percebi que Paulo não estava falando de sua santificação, mas de sua justificação. Para Paulo, então, justificação (ser declarado justo por Deus com base na justiça de Cristo) não era apenas uma experiência passada, mas também uma realidade presente. Paulo vivia dia a dia pela fé no sangue vertido e na justiça de Cristo. A cada dia ele olhava somente para Cristo para ser aceito pelo Pai. Ele cria, como Pedro (v. 1Pe 2.4,5).

Em Hebreus é dito: “O meu justo viverá pela fé” (Hb 10:38). Em outros textos há o mesmo ensino (Hab 2:7, Rm 1:17, Gl 3:17). O modo que devemos viver a vida cristã é pela fé. Sentimentos devem ser submetidos à fé e não o contrário. O que nos controla deve ser o que Deus diz e não o que sentimos. Suas promessas e seu Evangelho devem ser dignos de confiança.Como diz o autor de Hebreus 11:6: “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que aqueles que o buscam.” Neste mesmo capítulo é ensinado que todos os homens de Deus tiveram uma vida de fé.Portanto, meus irmãos, teremos sim momentos de alegria, gozo, paz e outros sentimentos na vida cristã. Mas não é pelo o que vivemos. Vivemos pelo o que Ele fez, pelo que Ele diz. Esteja firmado na rocha pela fé, e não na inconstância do sentimento. E terá mais vigor e alegria na vida cristã!"

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Deus é incompreensível porque Ele é incomparável (Parte 1) - Dr. Heber Carlos de Campos


Deus não é apenas infinito, mas Ele é absolutamente singular, incomparável. Nenhum ser criado pode ser igualado a Deus ou compreender seu raciocínio. Ninguém tem quaisquer condições de ser conselheiro de Deus ou dizer o que Ele deve fazer.

Ele mesmo desafia os seres humanos orgulhosos e vaidosos a encontrar alguém que possa ser comparado a Ele. Deus está acima de qualquer dos deuses imaginados pelos homens mais sábios do mundo. Essa foi a mensagem que Paulo tentou transmitir aos intelectuais de seu tempo. É sobre esse Deus insondável e inescrutável que ele falou aos filósofos que andavam à procura de novidades no Areópago de Atenas. O Deus que Paulo apresentou era absolutamente nada (At 17. 24-25,28). Os deuses dos gregos foram todos criados à imagem e semelhança dos homens, mas o Deus apresentado por Paulo sobrepujava a todos eles juntos. Ele é inigualável.

Em Isaías 40.15, Deus zomba da pequenez dos homens em comparação com a sua infinita grandeza e singularidade. Os reis e as nações não passam de gotas d' água ou do pó da areia diante da majestade divina. O profeta Isaías registra as várias vezes em Que Deus desafia os homens a encontrar alguém semelhante a Ele, mostrando o seu desprezo pela soberba dos homens: ''Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com Ele?... A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? diz o Santo'' ( Is 40.18,25).


Retirado: Livro, O Ser de Deus e os Seus Atributos; Ed. Cultura cristã, pg;73,74.

terça-feira, 3 de março de 2015

O que é o Evangelho?

O Caráter de Deus

A santidade de Deus

  • Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal, e a opressão não podes contemplar - Habacuque 1:13
  • Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça - Isaías 59:2

A Justiça de Deus

  • Porque o Senhor é justo, Ele ama a justiça; os retos contemplarão a Sua face. Salmo 11: 7
  • Mas o SENHOR dos Exércitos será exaltado em juízo, e do Deus santo se mostrará santo em justiça. Isaías 05:16
  • Deus é um juiz justo, um Deus que se indigna todos os dias. Se um homem não se arrepender, Ele vai aguçar a sua espada; Armou o seu arco e está aparelhado. Salmo 7: 11-12

A Depravação & condenação do homem

  • Pois, todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus. Romanos 3:23
  • Pois, todos nós somos como  imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia Isaías 64: 6
  • Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito, maldito todo aquele que não cumprir todas as coisas escritas no livro da lei, para realizá-las.Gálatas 3:10

O grande dilema

  • O que justifica o ímpio e o que condena o justo, ambos são igualmente abominação ao SENHOR. Provérbios 17:15
  • Longe de Você para fazer tal coisa, que mates o justo com o ímpio, de modo que o justo e o ímpio são tratados da mesma forma. Longe de Você! Não fará justiça o juiz de toda a terra ? Gênesis 18:25

Ação de Deus

Apesar de manter a Sua santidade e justiça, a Bíblia também afirma que Deus é amor, e que no amor Ele tem respondido ao estado do homem.

Motivado por amor

  • Deus é amor. Por isso o amor de Deus se manifesta em nós, que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas que Ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4: 8-10

A Cruz de Cristo

  • Para todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus, sendo justificados como um presente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus; quem Deus propôs publicamente como propiciação em seu sangue pela fé. Isto era para demonstrar a sua justiça, porque na paciência de Deus  impunes os pecados anteriormente cometidos; para a demonstração, eu digo, da sua justiça no tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. Romanos 3: 23-26

A Ressurreição

  • Ele, que foi entregue por causa das nossas transgressões, e ressuscitou para nossa justificação. Romanos 4:25

Resposta do Homem

O arrependimento começa com um reconhecimento e confissão de que o que Deus diz sobre nós é verdade que pecamos.
  • Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente, pequei e fiz o que é mal à tua vista, para que  sejas justificado quando  falares, e puro quando  julgares. Salmo 51: 3-4
Um verdadeiro reconhecimento de nossa pecaminosidade e culpa também vai levar a genuína tristeza, vergonha e até mesmo ódio por aquilo que fizemos.
  • Pois, o que eu estou fazendo, eu não entendo; pois não estou praticando o que eu gostaria de fazer, mas eu estou fazendo a mesma coisa que eu odeio. Romanos 7:15
  • Miserável homem que eu sou! Quem me libertará deste corpo de morte? Romanos 7:24
Aparente sinceridade da confissão nunca é sozinha. A evidência definitiva, é de arrependimento genuíno. Deve ser acompanhada por um afastamento do pecado.
  • Lavai-vos, tornar-se limpos; remover o mal de seus atos de minha vista. Deixem de fazer o mal. Isaías 01:16
  • toda árvore que não dá bom fruto é cortada e lançada no fogo. Mateus 03:10

Fé genuína

  • Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.Hebreus 11: 1
  • e estando certíssimo de que o que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer. Romanos 4:21

A Fé é baseada nas promessas de Deus

  • Porque Deus amou o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16
  • Crê no Senhor Jesus e serás salvo Atos 16:31

Exemplo de fé verdadeira

  • adoramos a Deus no Espirito e nos gloriamos em Cristo Jesus, e não confiamos na carne Filipenses 3: 3

A Base da verdadeira segurança

  • A verdadeira conversão: Um verdadeiro cristão é uma nova criação e vai viver uma vida que reflete o trabalho radical de Deus de recriação em seu/sua vida. ''Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que tudo se fez novo''. 2 Coríntios 5:17
  • ''Você vai conhecê-los pelos seus frutos. Pode alguém colher uvas dos espinheiros nem figos dos abrolhos?''  Mateus 7:16
  • A segurança é baseada em um auto-exame à luz das Escrituras. ''Teste-se para ver se você está na fé; examina-se! Ou você não reconhece isso sobre vós mesmos, que Jesus Cristo está entre vós? Se não é que já estais reprovados''.  2 Coríntios 13: 5
  • ''Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna''. 1 João 5:13

Teste bíblico de segurança na fé

1 João 1: 5-7 (Andar na Luz), 1 João 1: 8-10 (confissão dos pecados), 1 João 2: 3-4 (obediência), 1 João 2: 9-11 (amor pelos irmãos ), 1 João 2: 15-17 (O ódio para o Mundo), 1 João 2: 24-25(Perseverança em Doutrina), 1 João 3:10 (Justiça), 1 João 4:13 (Testemunho do Espírito), Hebreus 12 : 5-8 (Disciplina de Deus)

Texto original: © HeartCry Missionary Society. Website: heartcrymissionary.com or hcmissions.org
Tradução: Jhonatan Guilherme

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O perigo do subjetivismo

Trago está citação do teólogo pentecostal britânico Donald Bridge, onde ele enfatiza o perigo do subjetivismo. É uma citação importante e também provêm de um pentecostal, onde é o movimento que mais sofre com essa questão. Segue abaixo a citação:


''O subjetivista pensa constantemente que "Deus lhe manda" fazer coisas [...] Os subjetivistas são com frequência muito sinceros, muitos dedicados e dominados por um compromisso tal de obedecer a Deus que envergonham os cristãos mais prudentes. Entretanto, estão trilhando um caminho perigoso. Os ancestrais deles já o percorreram antes, e sempre com resultados desastrados a longo prazo. Sentimentos internos e inspirações especiais são, pela própria natureza, subjetivos. A Bíblia fornece nossa orientação objetiva.'' [1]

Referência: [1] BRIDGE, Donald. Signs and Wonders Today. 1 ed. Leicester: Inter- Varsity Press, 1985. p 183. em: GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. 2 ed. São Paulo: Vida Nova, 2010. p 901. OBS: Retirado do Blog teologia pentecostal do Gutierres Siqueira.



quinta-feira, 10 de julho de 2014